• Mateus Lamari

20 Verdades Sobre a SED



1- Há 14 subtipos de SED.


2- Para o subtipo mais comum a base molecular não é conhecida. Portanto não há teste genético.


3- Não se sabe a causa e não há cura.

4- Precocidade pode garantir a qualidade de vida.


5- Fármacos tem pobre resposta.


6- Não há diagnóstico de SED hipermóvel para crianças.


7- Apenas 1% dos pacientes que adentram nos consultórios com SED tem necessidade de teste genético.


8- Não tem falta de colágeno ou proteína similar. Há defeito na estrutura e na síntese.


9- Hipermobilidade é um sinal e não um diagnóstico. SEDh e TEH : ambos podem ser severos. Há muitos com diagnósticos errados e isso é grave (Fala de Castori no IV CongresSED).


10- Há como promover saúde e fazer prevenção de complicações desde bebê.


11- A assistência fisioterapêutica precoce pode ser iniciada no bebê e evita a maioria das complicações futuras.


12- A assistência fisioterapêutica especializada é reconhecida como o procedimento número um de tratamento para a maioria e com bons resultados.


13- Os processos degenerativos nas articulações da coluna vertebral, quadris, joelhos, pés e articulações temporomandibulares podem ser evitados com assistência fisioterapêutica especializada.


14- O tecido conjuntivo é distribuído por todo corpo. As manifestações dos diferentes tipos de SED e estão presentes em graus variados, em praticamente todos os sistemas orgânicos.


15- É relevante que o profissional identifique o subtipo ou descarte a SED.


16- O Tilt Test não é recomendado para esses pacientes: Há casos de parada cardíaca. (fala do Doutor Jaime Bravo no IV CongresSED).


17- SED não está, necessariamente, associada à deficiência física ou orgânica, a maioria poderá ser evitada com diagnóstico e tratamento precoce.


18- Não pode perder o prazo para as intervenções de tratamento.


19- Fisioterapia é fundamental.


20- A Clínica Lamari popularizou as manifestações associadas à HA e SED no Brasil nestes últimos 35 anos e são os únicos profissionais de saúde especialistas no Brasil e há poucos no mundo. Acesse os currículos. Procure os autores das principais pesquisas sobre o assunto no Brasil e no mundo.


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