• Mateus Lamari

Dor no Corpo

Por que meu corpo dói tanto?


Por que algumas pessoas sofrem tanto por dor no corpo?

Há um grupo significativo na população mundial de pessoas que tem dor no corpo de forma incapacitante de difícil tratamento pelos métodos convencionais pelo uso de medicamentos e meios físicos. Essa dor é predominante no aparelho locomotor, com destaque para os membros inferiores e a coluna vertebral.



Se concentra na coluna cervical (nuca) e na coluna lombossacra (região baixa). Nos membros inferiores, sendo o joelho e o quadril com maior predomínio.


Esse grupo de pessoas com dor crônica com esse perfil, se justifica pelo fato de terem nascido com defeito no tecido conjuntivo. Esse tecido, dentre outros mecanismos, dá suporte e sustentação aos tecidos epiteliais, musculares e nervosos, que por sua vez, reflete na função e no processamento anormal da dor. Cita-se como exemplo os tecidos como, músculos, tendões, ligamentos, cápsulas, fáscias, ossos, dentes, etc.


Os medicamentos para essa população respondem de maneira ineficaz ou com efeito de curta duração. Condição que leva esses pacientes à busca eterna das diferentes especialidades de profissionais de saúde para o alívio da dor, porém, sem sucesso.


A manifestação dessa forma de dor no corpo é caracterizada como dor crônica músculo-esquelética, que deferentemente ocorre de forma ocasional e recorrente, ou seja, surge de repente, sem lógica a qualquer trauma ou doença. Permanece por dias (na maioria) ou meses e desaparece também sem nexo. Ela é recorrente, portanto, ela reaparece e assim segue os ciclos da vida.


Por outro, há outra forma de dor em função das lesões teciduais, em função de suas fragilidades, advindas do defeito genético na síntese e na estrutura do colágeno ou proteína similar. Essa condição de fragilidade, predispõe de forma natural ao trauma, que é de efeito cumulativo ou não. Esses traumas ocorrem a curto e a longo prazo, sendo mais uma condição para o desenvolvimento da dor crônica musculo-esquelética.


Nesse contexto, se explica a relação entre o defeito genético, que leva à frouxidão, hipermobilidade ou hiperelasticidade de algumas ou várias articulações, que tem sua mecânica prejudicada na função estática e dinâmica.


Condição que se justifica a atuação da assistência fisioterapêutica, com a área da saúde com maior reconhecimento no tratamento dessa dor.

Porém, as condutas se diferem das convencionais, tendo em vista o diferencial da experiência da prática clínica diária exclusiva há esses pacientes, antecipando as ações terapêuticas na prevenção dos prejuízos desse defeito genético, de causa desconhecida, que para o qual não há cura, porém, há tratamento para a maioria das manifestações à médio e à longo prazo, proporcionado dignidade à qualidade de vida desses pacientes e de seus familiares.


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